sábado, 15 de janeiro de 2011

Teu mar


 Amava tanto
que de tanto mar
mergulhava
 ondas perfeitas.
Sua voz acalmava
 inconstância destruia
Sorriso ecalentava
 olhar fugia
Amava tanto 
que de tanto amar 
me afoguei
em ti.

2 comentários:

  1. Lembrei de Chico Buarque nesse poema. Lindoooo!

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  2. Nesse dia de chuva que não para é bom ler um poema desses. Muito bom.

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